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Vereador propõe criação de clínica pública para tratamento de dependentes
09/10/2019, às 09:26:35

O vereador Robson Magela sugere a criação de uma clínica pública municipal para tratamento de dependentes químicos em Araxá. Ele fez a proposição ao usar a tribuna na reunião ordinária da Câmara Municipal de terça-feira, 1º, para abordar a situação dos moradores de rua que ficam na praça Antônio Alves da Costa (terminal rodoviário), bairro São Pedro, causando transtornos aos usuários.

Segundo ele, outra preocupação é com essas pessoas que precisam ter acesso a um tratamento para deixar essa situação de rua. “Pacientes, médicos, funcionários e proprietários das clínicas ao redor estão reclamando bastante do comportamento dessas pessoas que ficam na praça usando bebidas alcoólicas e drogas”, diz. Robson acrescenta que esse pessoal entra nas clínicas e aborda os pacientes pedindo dinheiro – “sendo que quando não são atendidos ficam bastante agressivos, xingam e até cospem nas pessoas”. Ele acrescenta que esse mesmo comportamento é verificado junto às pessoas que passam pela praça da rodoviária.

O vereador salientou que os moradores de rua são seres humanos que enfrentam sérios problemas com bebidas e drogas e, por isto, necessitam de tratamento. Ele informou que algumas pessoas estão tentando ajudá-los, mas lembrou que a responsabilidade de buscar um tratamento para eles é da prefeitura. “Parte desses moradores de rua é daqui mesmo de Araxá, um tratamento adequado é a oportunidade que eles terão de recuperar a dignidade. E isso também acabará com os transtornos que eles causam na região da rodoviária. É um grave problema social e a prefeitura precisa providenciar o tratamento para essas pessoas”, afirma. Para ele, uma medida é a criação de uma clínica pública municipal para tratamento de dependentes químicos, de ambos os sexos.

“O que é mais importante, construir viadutos ou recuperar seres humanos? A prefeitura poderia criar uma clínica pública para tratamento de dependentes químicos para atender homens e mulheres. As clínicas que existem na cidade são particulares e muitas famílias não têm condições de pagar as mensalidades. A vida humana tem que ser prioridade para todo gestor público, principalmente aquelas que estão em situação de risco”, disse.
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Clarim
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